DIA DO MARCENEIRO

 

Fazer móveis e outros utensílios domésticos é uma profissão tão antiga quanto podemos nos lembrar.Talhando móveis, cadeiras, mesas e escadas, os marceneiros, os artesãos e os carpinteiros contribuem para o conforto das famílias nas cidades, no Estado e no Brasil. É trabálho tão nobre que tem entre os seus representantes São José, que ensinou o ofício a Jesus Cristo, imortalizando a profissão e a sua dignidade. No Dia do Marceneiro, o Sindicato da Indústria da Marcenaria do Rio Grande do Sul saúda todos os profissionais que, na sua faina diária, engrandecem o labor e contribuem para o progresso gaúcho.

A Diretoria.

 

Notícias

CONGRESSO NACIONAL

23 de abril de 2012

CONGRESSO NACIONAL

CÂMARA DOS DEPUTADOS

 Redução de peso máximo que o trabalhador pode remover é aprovada na Comissão do Trabalho. Foi aprovado na Comissão do Trabalho – CTASP, o parecer favorável da relatora do PL 5746/05, deputada Flavia Morais (PDT/GO). O projeto, de autoria do Senador Marcelo Crivella (PRB/RJ), que atualmente ocupa o cargo de Ministro da Pesca, altera o art. 198 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, estabelecendo em 30 kg o peso máximo que um empregado pode remover, individualmente, ressalvas as disposições especiais relativas ao trabalho do menor e da mulher. Atualmente, a CLT dispõe que o peso máximo é de 60 kg. O deputado Laércio Oliveira (PR/SE) apresentou voto em separado pela rejeição do projeto, mas a votação na comissão perfez o placar de 16 votos favoráveis ao parecer da relatora e apenas 6 votos contrários. Votaram contrariamente os seguintes deputados: Laércio Oliveira (PR/SE), Sandro Mabel (PMDB/GO), Augusto Coutinho (PTB/PE), Silvio Costa (PTB/PE), Roberto Balestra (PP/GO) e Alex Canziani (PTB/PR).

O projeto vai a Comissão de Justiça – CCJC.

 
A ditadura das minorias

  Jornal do Comercio - Porto Alegre

                               18/04/2012

A DITADURA DAS MINORIAS 

Joni Alberto Matte


Após o ciclo decorrente do m.ovimellto de 1964, vivenciou o País, com a Constituinte' de 1988, uma celebrização das liberdades recém-conquistadas, em muitos casos, a duras penas através da mobilização popular. Lamente-se que alguns freios oportunamente colocados à época para conter abusos já  vivenciados em outras situações no exterior não tenham sido devidamente legitimados pelos legisladores. Um dos mais iimportantes é o que prevê a  greve no serviço público, cuja regulamentação deveria ter sido procedida pelos nossos valorosos congressistas. Só que, até hoje, passado quase um  quarto de século, esta matéria continua aguardando um posicionamento efetivo, sem perspectiva de equacionamento próximo. Mas não se imagine que   prejuízo para o cidadão decorra apenas da paralisação dos servidores do Estado.   A população, cada vez mais, sofre'com a interrupção de uma série de outros serviços essenciais, incluindo os bancários, os seguranças das instituições  de crédito, os motoristas de ônibus e taxistas e assim por diante. Se todos esses profissionais têm direitos assegurados, imaginamos que igualmente  devem tê-los os que, sem outra alternativa, dependem dos seus serviços. Aí se incluem, entre outros sofredores, aqueles que, aposentados,  por exemplo, tentam receber a cada mês os seus proventos, pagar contas de água e luz e não fazê-lo porque profissionais que deveriam estar à sua  disposição simplesmente decidiram entrar em greve. Será que nossos congressistas, às vohas com escândalos inadmissíveis, poderiam dedicar um mínimo  o seu tempo para atender esta reivindicação tão primária da sociedade?

                                                                                                                                                                                       Empresário

 
Sindrome de Reajuste

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Informativos

PENSAMENTO

Pensamento!!!

Este pensamento é antigo, mas muito apropriado no

momento político em que vivemos atualmente.

O pensamento abaixo foi ESCRITO POR ADRIAN

ROGERS NO ANO DE 1931 !!!  (leia acima)

¨É impossível levar o pobre à prosperidade através de

legislações que punem os ricos pela prosperidade.

Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa

deve trabalhar sem receber.

O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira

de outro alguém.

Quando metade da população entende a idéia de que não

precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá

sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não

vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira

metade, então chegamos ao começo do fim de uma

nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.¨

Adrian Rogers

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